Thursday, January 8, 2009

Plantão Gospel

É de Deus? Aqui vira notícia

Crivella atribui vitória de Paes ao eleitor mais pobre no Rio

Posted by Leandro Lourena On outubro - 27 - 2008

O senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), candidato derrotado no primeiro turno da eleição municipal no Rio de Janeiro, atribuiu neste domingo a vitória de Eduardo Paes (PMDB), no segundo turno, aos votos que recebeu nas áreas mais pobres da cidade.

Para Crivella, houve uma divisão clara entre a zona sul “que se mobilizou pelo candidato Fernando Gabeira [PV]” e as zonas suburbanas e oeste.

“Pela primeira vez eu vi a zona sul mobilizada. A zona sul colocou a camisa do Gabeira. Acho que houve uma divisão clara de projetos objetivos e de políticas que serão implementadas agora no governo”, afirmou Crivella ao chegar ao comitê central de Paes, onde está sendo comemorada a vitória do peemedebista.

Crivella, que apoiou Paes no segundo turno, disse que o PRB está pronto para participar do futuro governo. “Se convidar, estaremos aí para ajudar. A participação do meu partido ficará a critério do prefeito”, disse.

Ele afirmou que espera que Paes seja aliado do governo federal e que seja grato àqueles que o elegeram, ou seja, “a zona oeste e zona suburbana”. “Tem que mirar para todos, sobretudo para o povo mais pobre”, disse.  

Fonte: O verbo

Divisão dos evangélicos do Rio pode prejudicar Crivella

Posted by Leandro Lourena On outubro - 4 - 2008

As diferenças entre católicos e pentecostais e entre os próprios evangélicos no Rio de Janeiro pode ter papel decisivo na disputa pela prefeitura da cidade.

Para o cientista político Cesar Romero Jacob, da PUC-Rio, que pesquisa a influência da religião no comportamento do eleitor carioca, o cisma das duas igrejas evangélicas mais fortes no município, a Universal do Reino de Deus, da qual o candidato Marcelo Crivella (PRB) é bispo licenciado, e a Assembléia de Deus dividiu os votos dos fiéis e enfraqueceu a candidatura de Crivella, que corre o risco de não chegar ao segundo turno.

Em agosto deste ano, o bispo Manoel Ferreira, que comanda a Assembléia de Deus e é deputado federal pelo PTB, declarou apoio a Eduardo Paes (PMDB), líder do ranking de intenção de votos. Segundo Cesar Romero, essa aliança pode ter sido crucial para o declínio de Crivella, que caiu de 26 por cento das intenções de voto para 19 por cento, segundo o Datafolha.

Pelo censo de 2000, a cidade tinha 17 por cento de evangélicos. Em 2004, Crivella teve 22 por cento de votos como candidato à prefeitura.

“Os números de evangélicos e de eleitores do Crivella estavam mais ou menos próximos, até porque pode ter havido um crescimento dos pentecostais naquele intervalo. O mapa dos eleitores de Crivella era uma reprodução do mapa da distribuição de evangélicos no Rio”, disse o cientista político.

Para Cesar Romero, a Assembléia de Deus preferiu assumir um risco menor, porque, mesmo no caso de derrota de Eduardo Paes, ainda estaria aliada a Sérgio Cabral e à máquina estadual por mais dois anos. Como conseqüência, Crivella teria perdido votos no único nicho em que consegue penetrar.

Em entrevista à Reuters, no início da campanha, Crivella afirmou que sua religião motiva rejeição de parte do eleitorado e, por isso, não podia confiar nela para vencer a disputa:

“São 25% os eleitores evangélicos no Rio de Janeiro, mas é muito difícil votarem todos em um candidato só”, disse Crivella. “Agora, recentemente, o bispo Manoel Ferreira declarou apoio ao Eduardo Paes. Então, o voto do evangélico não é destinado ao candidato evangélico, mas ao melhor candidato. Pode ter certeza que os evangélicos estão muito bem informados”, acrescentou.

Cesar Romero lembra que a divisão religiosa da cidade já estava explícita na última campanha à prefeitura, em que o atual prefeito Cesar Maia começou a disputa subindo as escadarias da Igreja da Penha para receber o voto útil dos católicos, contra Crivella.

“Crivella é vítima da intolerância praticada pela Igreja Universal. Não adianta dizer que vai governar para todos se a igreja é antiecumênica, é contra a umbanda e o candomblé. A militância gay da cidade também age contra ele”, afirmou Cesar Romero.

O pesquisador ressaltou que a Igreja Católica também atua politicamente na cidade por formas “oblíquas” de indicar o voto.

“A Igreja Católica não vai dizer no púlpito ‘vote no fulano’. Mas a arquidiocese distribui cartilha para que o católico não vote em candidato que não apóie a Igreja ou que seja a favor do aborto e do casamento gay”, observou o cientista político.

“Com argumentos diferentes, ela desaprova tanto o Crivella como a Jandira (Feghalli, do PCdoB). Se a disputa fosse entre candidatos católicos, como Solange Amaral (DEM) e Eduardo Paes, ela não se mexeria.”

Fonte: Reuters

Ibope: Paes e Crivella estão tecnicamente empatados

Posted by Leandro Lourena On setembro - 27 - 2008

Os candidatos à Prefeitura do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB) e Marcelo Crivella (PRB) estão tecnicamente empatados na mais recente pesquisa do Ibope, divulgada a cerca de uma semana da eleição carioca. Paes tem 29% das intenções de voto contra 24% de Crivella, o que configura empate, de acordo com o instituto de pesquisa, levando em conta margem de erro, que chega a 3 pontos percentuais.

De acordo com a pesquisa, divulgada neste sábado (27) pelo jornal “O Estado de S.Paulo”, uma das surpresas foi o crescimento da candidatura de Fernando Gabeira (PV), que subiu de 6% da pesquisa passada para 10% nesta. Gabeira está também tecnicamente empatado com Jandira Feghali, do PC do B, que manteve os 9% das intenções na pesquisa anterior.

Em seguida, aparecem os candidatos Alessandro Molon (PT), com 2%, o mesmo percentual de Chico Alencar, do PSOL. Em simulações de segundo turno, Eduardo Paes sairia vencedor em todas as simulações. Contra Crivella, o peemedebista venceria por 44% a 29%; contra Jandira, seria 45% a 23%, enquanto contra Gabrira a vantagem seria de 49% a 17%.

A pesquisa consultou 1.204 eleitores, entre terça (23) e quinta-feira (25). A margem de erro é de 3 pontos, para mais ou para menos. A sondagem do Ibope foi registrada na 228ª Zona Eleitoral, sob número 38/08.

Fonte: Agência Rio de Notícias

Ibope indica Crivella com 23% e Jandira com 14% no Rio

Posted by Leandro Lourena On julho - 19 - 2008

Pesquisa tem margem de erro de três pontos percentuais.
Instituto ouviu 805 eleitores no Rio entre terça e quinta.

Fonte: G1

O senador Marcelo Crivella (PRB) acumula 23% das intenções de voto para prefeito do Rio de Janeiro, segundo pesquisa do Ibope realizada entre as últimas terça (15) e quinta-feira (17). A candidata do PC do B, Jandira Feghali, tem 14%, de acordo com o instituto.

A seguir, aparecem no levantamento os candidatos Eduardo Paes (PMDB) e Fernando Gabeira (PV), com 8% cada um; Solange Amaral (DEM), com 5%; Chico Alencar (PSOL), com 4%; Alessandro Molon (PT), com 3%, além de Eduardo Serra (PCB) e Paulo Ramos (PDT), ambos com 1% cada. Antônio Carlos (PCO), Filipe Pereira (PSC) e Vinicius Cordeiro (PT do B) não alcançaram 1% das intenções de voto.

Segundo a pesquisa, 15% disseram que votarão nulo ou em branco e 17% afirmaram não saber em quem votar ou preferiram não manifestar a intenção de voto.

O Ibope ouviu 805 eleitores na cidade do Rio de Janeiro. A margem de erro é de três pontos percentuais. A pesquisa foi encomendada pelo jornal “O Estado de S. Paulo”, que já está nas bancas, e está registrada sob o número 242/2008 na 228ª Zona Eleitoral do Rio de Janeiro.

Espontânea

Na modalidade espontânea da pesquisa (em que o pesquisador apenas pergunta ao entrevistado em quem vai votar, sem mostrar a ele a lista dos candidatos), Marcelo Crivella recebeu 11% das intenções de voto, segundo o Ibope. Fernando Gabeira e Jandira Feghali tiveram 5% das preferências cada um. Eduardo Paes foi mencionado por 4%, Chico Alencar e Solange Amaral por 2% cada um e Alessandro Molon por 1%. Paulo Ramos e Eduardo Serra não atingiram 1%. Outros citados somaram 1%. Os que disseram não saber em quem votar ou que preferiram não opinar somaram 58%. Os que manifestaram intenção de votar nulo ou em branco são 11%, segundo a pesquisa.

Segundo turno

Nas simulações de segundo turno que o Ibope realizou, Marcelo Crivella e Jandira Feghali aparecem em um dos cenários empatados com 33% cada um. Nesse caso, brancos e nulos somaram 24% e 10% disseram não saber em quem votar ou não opinaram.

No cenário que envolve Crivella e Eduardo Paes, o candidato do PRB supera o do PMDB por 35% a 29%, com 26% de intenções de voto em branco ou nulo e 11% que não opinaram ou não sabem em quem votar.

Contra Solange Amaral, Crivella teria 37% e a adversária, 25%. Nesse cenário, as opções por brancos ou nulos são 27% e não sabe/não opinou, 11%

Crivella ganharia de Fernando Gabeira por 39% a 23%, de acordo com a pesquisa. Nesse cenário, 26% optariam pelo voto branco ou nulo e 12% não quiseram opinar ou não sabem.

Contra Chico Amaral, o candidato do PRB venceria por 39% a 21%, segundo o instituto. O Ibope apurou que, nessa simulação, 28% votariam em branco ou nulo e 12% não sabem ou não opinaram.

Rejeição

Além de ter a maioria das intenções de voto, Marcelo Crivella também é o mais rejeitado pelos eleitores. Dentre os entrevistados pelo Ibope, 29% declararam que não votariam nele de jeito nenhum.

As taxas de rejeição dos demais candidatos são as seguintes: Fernando Gabeira (20%), Solange Amaral (16%), Jandira Feghali (13%), Chico Alencar (13%), Eduardo Paes (12%), Alessandro Molon (11%), Antonio Carlos (10%), Paulo Ramos (10%), Eduardo Serra (9%), Filipe Pereira (9%) e Vinicius Cordeiro (9%). Dez por cento dos entrevistados disseram ao Ibope que poderiam votar em todos e 27% disseram não saber ou não opinaram.

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