Tuesday, January 6, 2009

Plantão Gospel

É de Deus? Aqui vira notícia

Pastores americanos pedem que seus fiéis não votem em Obama, diz jornal

Posted by Leandro Lourena On setembro - 29 - 2008

 

Em alguns casos, religiosos recomendaram voto no republicano McCain.
Pedir votos para candidatos no púlpito é contra lei federal.

Os pastores de 33 igrejas dos Estados Unidos pediram a seus fiéis que não votem no candidato democrata à Casa Branca, Barack Obama, nas próximas eleições, o que é uma violação de uma lei de 1954, informaram nesta segunda-feira (29) vários meios de comunicação.

Em alguns casos os pastores estimularam seus fiéis a votarem no candidato republicano à Presidência dos EUA, John McCain, afirma o jornal americano “The Washington Post”.

Votar em Obama “demonstra uma grave esquizofrenia moral”, disse em seu sermão o reverendo Ron Johnson Jr., pastor da igreja Living Stones Fellowship, em Crown Point (Indiana), segundo o “Washington Post”.

Segundo este pastor, as posições de Obama sobre o aborto e o casamento entre pessoas do mesmo sexo “contrariam diretamente a verdade de Deus, como revelam as Escrituras”.

Já Luke Emrich, pastor da igreja New Life Church em West Bend (Wisconsin), disse que votará em McCain, em uma declaração de conteúdo político também proibida pela lei de isenção de impostos, informou o jornal “The Washington Times”.

“Mas cabe a vocês decidir. É uma decisão de vocês. Eu não entrarei com vocês na cabine de votação”, acrescentou Emrich.

A “CNN” lembrou que uma lei de 1954 proíbe que as organizações isentas do pagamento de impostos, como congregações religiosas, se envolvam em campanhas políticas e declarem apoio a um ou outro candidato.

Jody Hice, pastor da Primeira Igreja Batista em Bethlehem (Geórgia), afirmou que após uma comparação entre as propostas de Obama e McCain sobre aborto e casamento de homossexuais chegou à conclusão de que o “candidato republicano tem uma visão mais bíblica”.

O rabino Jack Moline, da congregação Agudas Achim, em Alexandria (Virgínia), e presidente da Interfaith Alliance, disse ao “Washington Post” que não tem objeções a que membros do clero se envolvam em campanhas políticas fora de templos, sinagogas e mesquitas.

“Entretanto, um santuário não deveria ser lugar de agitação política a favor de um candidato. Sobre diferentes problemas, sim, mas não sobre os candidatos”, declarou Moline.

O Fundo de Defesa da Aliança (ADF, em inglês) disse em seu site que coordenou a ação de dezenas de pregadores e pastores que disseram no domingo a suas congregações que os cristãos não podem votar em Obama.

Erik Stanley, assessor legal da ADF, grupo com sede no Arizona, disse ao “Washington Times” que centenas de igrejas tinham se oferecido para participar, mas apenas 33 foram escolhidas.

Fonte: G1

Obama reafirma que Jerusalém será a capital de Israel

Posted by Leandro Lourena On julho - 23 - 2008
O candidato democrata à presidência dos Estados Unidos, Barack Obama, reafirmou hoje sua posição de que Jerusalém será a capital de Israel. “Eu continuo dizendo que Jerusalém será a capital de Israel. Eu disse isso antes e torno a dizer, mas eu também observei que isso é uma questão a ser decidida por meio de negociações”, declarou Obama. O comentário foi feito em Sderot, uma cidade do sul de Israel próxima da fronteira com a Faixa de Gaza.

Tanto israelenses quanto palestinos reivindicam Jerusalém como capital. A cidade - sagrada para cristãos, judeus e muçulmanos - foi capturada por Israel em 1967, durante a Guerra dos Seis Dias.

Anos mais tarde, o governo israelense anexou a cidade e a declarou sua capital “eterna e indivisível”. As iniciativas israelenses, no entanto, são rechaçadas pela comunidade internacional, que defende uma solução negociada.

Os palestinos reivindicam o setor tradicionalmente árabe da cidade, conhecido como Jerusalém Oriental, como capital de seu futuro Estado independente e soberano. As informações são da Dow Jones.


 

Prefeito do Rio de Janeiro chama a igreja Universal de caça-níqueis

Posted by Leandro Lourena On julho - 21 - 2008

Para tentar ajudar a catapultar sua candidata para o segundo turno, o prefeito Cesar Maia (DEM) escolheu o ataque. No sábado, discursando num evento de campanha de Solange Amaral (DEM) pouco antes da divulgação da pesquisa, ele chamou Marcelo Crivella (PRB) de “demagogo pseudo-evangélico” e referiu-se à Igreja Universal como “clube caça-níqueis”.

Maia ainda cutucou a campanha de Paes, seu desafeto, ao dizer que a eleição do governador Sérgio Cabral (PMDB)passou pela cumplicidade do tráfico de drogas e das milícias.

“O que fiz foi mostrar os pecados de cada um. Sublinhar o populismo de Crivella é importante para que ele não dê uma de bom pastor, quando o que faz é a básica clientela”, justificou ontem o prefeito.

Maia diz ainda que não vai aceitar que os adversários de Solange se comportem como “franco-atiradores, como se não tivessem nada com os problemas da cidade”.

A postura defensiva do prefeito tem relação com outro aspecto da pesquisa do Ibope: a avaliação do prefeito só é boa e ótima para 23% dos cariocas. Por isso, embora não renegue a presença de Maia na campanha, Solange tem se esforçado para se mostrar mais independente do que em 2002, quando concorreu ao governo estadual reproduzindo até o gestual do prefeito. No início da campanha definiu-se como uma candidata “pós-Cesar Maia”.

Para o cientista político Ricardo Ismael, professor da Pontifícia Universidade Católica (PUC-Rio), a multiplicação de candidaturas no Rio este ano é conseqüência do enfraquecimento do prefeito e cria um cenário imprevisível. Sem poder concorrer, Maia chega desgastado ao fim de 16 anos de hegemonia e, pela primeira vez desde 1992, não terá papel decisivo num pleito municipal.

“Acredito que Maia será um ator mais importante no segundo turno. No entanto, ele sabe criar polêmicas para provocar candidatos”, ressalta Ismael. Para o pesquisador, apenas Crivella está confortável para disputar o segundo turno, mas alerta que nem isso está garantido. “A princípio, eu não descartaria a vitória de nenhum dos candidatos nesse quadro.”

Fonte: Estadão

Ibope indica Crivella com 23% e Jandira com 14% no Rio

Posted by Leandro Lourena On julho - 19 - 2008

Pesquisa tem margem de erro de três pontos percentuais.
Instituto ouviu 805 eleitores no Rio entre terça e quinta.

Fonte: G1

O senador Marcelo Crivella (PRB) acumula 23% das intenções de voto para prefeito do Rio de Janeiro, segundo pesquisa do Ibope realizada entre as últimas terça (15) e quinta-feira (17). A candidata do PC do B, Jandira Feghali, tem 14%, de acordo com o instituto.

A seguir, aparecem no levantamento os candidatos Eduardo Paes (PMDB) e Fernando Gabeira (PV), com 8% cada um; Solange Amaral (DEM), com 5%; Chico Alencar (PSOL), com 4%; Alessandro Molon (PT), com 3%, além de Eduardo Serra (PCB) e Paulo Ramos (PDT), ambos com 1% cada. Antônio Carlos (PCO), Filipe Pereira (PSC) e Vinicius Cordeiro (PT do B) não alcançaram 1% das intenções de voto.

Segundo a pesquisa, 15% disseram que votarão nulo ou em branco e 17% afirmaram não saber em quem votar ou preferiram não manifestar a intenção de voto.

O Ibope ouviu 805 eleitores na cidade do Rio de Janeiro. A margem de erro é de três pontos percentuais. A pesquisa foi encomendada pelo jornal “O Estado de S. Paulo”, que já está nas bancas, e está registrada sob o número 242/2008 na 228ª Zona Eleitoral do Rio de Janeiro.

Espontânea

Na modalidade espontânea da pesquisa (em que o pesquisador apenas pergunta ao entrevistado em quem vai votar, sem mostrar a ele a lista dos candidatos), Marcelo Crivella recebeu 11% das intenções de voto, segundo o Ibope. Fernando Gabeira e Jandira Feghali tiveram 5% das preferências cada um. Eduardo Paes foi mencionado por 4%, Chico Alencar e Solange Amaral por 2% cada um e Alessandro Molon por 1%. Paulo Ramos e Eduardo Serra não atingiram 1%. Outros citados somaram 1%. Os que disseram não saber em quem votar ou que preferiram não opinar somaram 58%. Os que manifestaram intenção de votar nulo ou em branco são 11%, segundo a pesquisa.

Segundo turno

Nas simulações de segundo turno que o Ibope realizou, Marcelo Crivella e Jandira Feghali aparecem em um dos cenários empatados com 33% cada um. Nesse caso, brancos e nulos somaram 24% e 10% disseram não saber em quem votar ou não opinaram.

No cenário que envolve Crivella e Eduardo Paes, o candidato do PRB supera o do PMDB por 35% a 29%, com 26% de intenções de voto em branco ou nulo e 11% que não opinaram ou não sabem em quem votar.

Contra Solange Amaral, Crivella teria 37% e a adversária, 25%. Nesse cenário, as opções por brancos ou nulos são 27% e não sabe/não opinou, 11%

Crivella ganharia de Fernando Gabeira por 39% a 23%, de acordo com a pesquisa. Nesse cenário, 26% optariam pelo voto branco ou nulo e 12% não quiseram opinar ou não sabem.

Contra Chico Amaral, o candidato do PRB venceria por 39% a 21%, segundo o instituto. O Ibope apurou que, nessa simulação, 28% votariam em branco ou nulo e 12% não sabem ou não opinaram.

Rejeição

Além de ter a maioria das intenções de voto, Marcelo Crivella também é o mais rejeitado pelos eleitores. Dentre os entrevistados pelo Ibope, 29% declararam que não votariam nele de jeito nenhum.

As taxas de rejeição dos demais candidatos são as seguintes: Fernando Gabeira (20%), Solange Amaral (16%), Jandira Feghali (13%), Chico Alencar (13%), Eduardo Paes (12%), Alessandro Molon (11%), Antonio Carlos (10%), Paulo Ramos (10%), Eduardo Serra (9%), Filipe Pereira (9%) e Vinicius Cordeiro (9%). Dez por cento dos entrevistados disseram ao Ibope que poderiam votar em todos e 27% disseram não saber ou não opinaram.

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