“Deus ilumine Barack Obama na sua grandíssima responsabilidade de poder responder as expectativas e as esperanças que se direcionaram a ele”, assinalou o porta-voz do Vaticano, o padre jesuíta Federico Lombardi.
O responsável pela área de comunicação da Santa Sé disse ainda que o Vaticano deseja que o presidente eleito dos Estados Unidos consiga servir “de forma eficaz ao direito e à Justiça através das vias adequadas para promover a paz no mundo, favorecendo o crescimento e a dignidade das pessoas, respeitando os valores humanos e espirituais essenciais”.
De acordo com o Padre Lombardi, a tarefa do novo presidente é de grande responsabilidade.
“Os crentes rezam para que Deus o ilumine e o ajude na sua tarefa de grande responsabilidade”, disse.
As eleições americanas estavam sendo acompanhadas com grande expectativa pelo Vaticano, apesar de os católicos não representarem a maioria da população do país.
No entanto, a Igreja Católica dos Estados Unidos é a principal doadora de recursos para o Vaticano.
Em recente visita ao país, em abril último, o papa Bento 16 buscou entusiasmar os católicos americanos, que perdem presença diante do crescimento dos evangélicos, e tentou amenizar os danos causados pelos abusos sexuais cometidos pelo clero no país.
Apesar do sucesso da viagem papal, as relações diplomáticas entre o Vaticano e os Estados Unidos nem sempre foram tranqüilas.
Em 2004, com o então papa João Paulo 2º, o Vaticano se manifestou contrário à invasão do Iraque. Ele mandou enviados para conversar com líderes americanos e iraquianos a fim de resolver a disputa de forma diplomática.
Durante encontro realizado no Vaticano em 2005 com o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, o papa clamou por um retorno rápido da soberania do Iraque.
Autoridades do Vaticano expressaram consternação sobre o abuso de prisioneiros iraquianos por soldados dos EUA e condenaram a tortura como uma afronta à dignidade humana.
O Vaticano também é contrário ao aborto e ao casamento homossexual - temas amplamente discutidos durante a campanha eleitoral americana.
Fonte: Midiamax
Ingrid narrou ainda seu sentimento ao avistar os helicópteros de resgate. “Devo confessar senti uma coisa muito estranha, porque sempre que ouvíamos os helicópteros tínhamos que sair correndo”, disse. “Logo depois, houve um golpe na porta e o chefe de operações disse: “Somos do Exército Nacional, vocês estão livres e quero compartilhar com vocês esta emoção”", emendou.