Garota teria sido vítima de ritual satânico
4 de dezembro de 2008
A adolescente Rosane, desaparecida havia dias, foi encontrada morta num cemitério com pele marcada a punhal formando símbolos ocultistas; namorado skinhead é o principal suspeito.
A estudante Rosane Nunes Lopes, de 16 anos, foi encontrada morta domingo à tarde no Cemitério de Ricardo de Albuquerque, zona norte do Rio, com duas facadas no peito e o corpo retalhado. Seria apenas mais um crime perpetrado na violenta e abandonada periferia não fosse um detalhe macabro – a garota teria sido morta num rito de magia negra. Moradores de Nilópolis, na Baixada Fluminense, os parentes só reconheceram o corpo da adolescente na segunda-feira à noite, no Instituto Médico-Legal. Eles passaram o fim de semana peregrinando pela região e colando cartazes em busca de notícias da menina, que havia desaparecido sábado. O corpo da adolescente foi abandonado nos fundos do cemitério no meio de um matagal.
Os parentes acreditam que a menina tenha sido sacrificada em um ritual satânico, conduzido pelo namorado. O corpo de Rosane tinha vários cortes na pele, formando desenhos como pentagramas – símbolo usado no ocultismo –, possivelmente feitos a punhal. No domingo, amigos da garota, preocupados com o sumiço, revelaram à família que ela mantinha há seis meses encontros secretos com um rapaz de 24 anos, morados do vizinho bairro de Anchieta. O jovem seria um skinhead, integrante de uma gangue que pratica a intolerância e a violência. Já Rosane era emo, como são chamados os adolescentes que adotam comportamento alternativo – usam roupas escuras, cortes de cabelo excêntricos e são aficionados por rock romântico, daí o nome da tribo.
Segundo o relato de conhecidos de Zaninha, como a garota era conhecida, o casal freqüentemente se encontrava em cemitérios, onde ingeria bebidas alcoólicas e mantinha relações sexuais. A relação era conflituosa: “Ele disse que, se ela ficasse com outro cara, seria morta. Zaninha estava com medo”, diz um amigo. Num quartinho dos fundos da casa da mãe, onde o suposto assassino tinha encontros amorosos com várias garotas, havia inscrições na parede como “Lúcifer, o melhor rei dos reis”.
A mãe e o padrasto da menina estão em estado de choque. Desde sábado, parentes e vizinhos fazem vigília na casa de Rosane. Na lembrança de todos, ela era uma garota inteligente, comunicativa e muito meiga. Rosane saiu de casa à tarde para ir a uma lan house. Foi vista pela última vez subindo na garupa de uma moto. Segundo os amigos, há algumas semanas ela contou que queria terminar com o namorado. Mas eles teriam feito um pacto de fidelidade.
Assim que souberam do romance secreto de Rosane, através de amigos, parentes foram à casa do rapaz em busca de notícias da adolescente. No próprio domingo, ele foi espontaneamente prestar depoimento como testemunha do desaparecimento na Delegacia de Nilópolis. Até então, o corpo estava desaparecido. No depoimento, ele assumiu que fornecia bebida alcoólica para a adolescente, que mantiveram relações sexuais e a viu bêbada após ingerir vinho misturado com cachaça. Ele disse ainda que conheceu a garota através do MSN, programa de relacionamento virtual, mas que não a via havia três semanas. A polícia instaurou inquérito para apurar o caso.
(Com reportagem do jornal Extra)
Falso pastor tenta violentar menina de 11 anos
4 de dezembro de 2008
Um homem que se passava por pastor tentou roubar e estuprar uma criança de 11 anos, na manhã desta quinta-feira (04), no bairro Conjunto Palmeiras, em Fortaleza.
O homem, com uma biblia na mão, entrou na casa onde estavam duas crianças dizendo que iria fazer uma oração. Quando conseguiu entrar, tentou tirar a roupa de uma das meninas. A adolescente gritou e um tio conseguiu evitar o estupro. O acusado fugiu.
(Com informações do Verdes Mares)
Um em cada quatro casamentos acaba em divórcio, revela pesquisa do IBGE
4 de dezembro de 2008
Rio de Janeiro - O Brasil registrou, em 2007, 916.006 casamentos civis - 2,9% a mais do que em 2006 (889.828) -, segundo as Estatísticas do Registro Civil divulgadas hoje (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Já o número de divórcios e separações foi de 231.329. Ou seja, uma dissolução para cada quatro uniões civis.
Instituído em 1978, o divórcio atingiu sua maior taxa em 2007, segundo o IBGE, quando teve crescimento superior a 200%, desde 1984, passando de 0,46‰, em 1984, para 1,49‰, em 2007. Em números absolutos, os divórcios concedidos passaram de 30.847, em 1984, para 179.342 em 2007.
Segundo os técnicos que coordenaram a pesquisa, o aumento do número de divórcios pode ser explicado por dois fatores principais: mudança de comportamento na sociedade brasileira e criação da Lei 11.441, de janeiro de 2007, que desburocratizou os procedimentos de separações e de divórcios consensuais, permitindo aos cônjuges dissolver o casamento, por meio de escritura pública, em qualquer tabelionato do país.
As Estatísticas do Registro Civil também indicam que os homens casam pelo primeira vez, em média, aos 29 anos e as mulheres, aos 26 anos.
Em 2007, os divórcios diretos, aqueles que não passam por uma separação judicial, representaram 70,9% do total registrado no país.
Em relação à natureza das separações no Brasil, em 2007, a maior parte foi consensual (75,9%). As separações não-consensuais representaram 24,1% do total. Entretanto, no período de 1997 a 2007, observou-se um declínio de 5,9 pontos percentuais nas separações de natureza consensual. Paralelamente, as separações não-consensuais cresceram de 16.411, em 1997, para 24.960 em 2007.
Em 2007, a conduta desonrosa ou grave violação do casamento foi o motivo mais freqüente das separações judiciais de natureza não-consensual - 10,5% delas foram requeridas por mulheres e 3,2%, por homens. A separação de fato foi fundamento da ação de 10,3% do total de separações. A proporção de separações não consensuais requeridas pela mulher (17,5%) foi significativamente maior que as pedidas pelos homens (6,6%).
O estudo destaca ainda que as mulheres que têm a guarda de filhos menores representavam, em 2007, 89,1% dos casais divorciados. Esse elevado percentual de responsabilidade para com a guarda de filhos menores é um dos fatores que explica o maior número de homens divorciados que voltam a se casar com mulheres solteiras, segundo a pesquisa.
Fonte: Agência Brasil
Renê cita Davi e Golias e crê em vitória do Flu
29 de novembro de 2008
JB Online
RIO DE JANEIRO - O técnico do Fluminense, Renê Simões, quer mesmo estragar a provável desta do São Paulo no Estádio do Morumbi, neste domingo. O treinador afirmou que o time carioca tem plenas condições de deixar a capital paulista com os três pontos. As duas equipes se enfrentarão às 17h (de Brasília). Se o clube de Muricy Ramalho vencer, conquistará o título brasileiro pela sexta fez na história.
– Vi um pastor na Jamaica falar uma vez. Nós fomos jogar contra o México e estávamos muito aflitos e o pastor lembrou Davi e o gigante Golias. No final jogamos muito bem com o México, acabamos classificados para a Copa. Ninguém é tão grande assim para que tenhamos medo. E o Fluminense também é muito grande – afirmou o treinador.
Quando questionado se iria se preocupar com a possível festa de mais um título do São Paulo, Renê se mostrou tranqüilo e afirmou que o Fluminense quer ganhar para se livrar de vez do fantasma do rebaixamento.
– O Fluminense só pensa em si mesmo. A crise baixou um pouco, mas não passou. Temos que pensar em sair dessa situação e não na festa do São Paulo. Não estamos preocupados com isso. Queremos fazer nosso trabalho perfeito e isso passa por uma vitória em cima do São Paulo – afirmou.
O comandante da equipe carioca comentou também sobre a declaração de Renato Gaúcho quando dirigia o Fluminense. Na época, o comandante, que hoje dirige o Vasco, disse que o clube tricolor carioca iria “passear” no Brasileiro.
– O Renato é um jovem treinador, um jogador que parou de jogar faz pouco tempo. Essa condição de treinador requer cuidado para falar. No fundo ele não teve intenção de desmoralizar ninguém e nem de menosprezar. Quando os resultados não aparecem as coisas ganham um tamanho maior – comentou.
Mãe de três filhos tem de provar que é mulher para mudar nome e sexo
29 de novembro de 2008

(Foto: Roney Domingos/ G1)
(Fonte: G1) Mãe de três filhos, a empregada doméstica Ivone Carmo da Silva, de 33 anos, finalmente conseguiu provar à Justiça brasileira que é mulher e que seu primeiro nome - Ivonei - foi registrado com erro na certidão de nascimento.
Ela tentou outras duas vezes mudar o documento que provocava constrangimentos em seu cotidiano desde que se entendeu por gente. Pobre e analfabeta, ela conta que a tarefa parecia sempre tão difícil que ela desistiu. Desta vez, só foi possível graças à percepção de um pastor evangélico e à ajuda de um casal de advogados que aceitou interceder por ela à Justiça sem cobrar pelo serviço.
Ivone, que completará 34 anos no próximo dia 16 de dezembro, só agora vai poder mudar seu nome para Ivone e, com a retificação da informação sobre sexo na certidão, solicitar título de eleitor, inscrição no CPF e carteira de trabalho.
Com os documentos em mão, ela vai voltar a solicitar novamente a inclusão de seu nome no Bolsa-Família. Em 2003, quando ainda morava no Recife, ela conseguiu o cartão, mas, sem documentos, não podia retirar o dinheiro.
“A assistente social me falou: ‘você não tem CPF, você não é ninguém.” Agora com a possibilidade de votar e de ter conta bancária, Ivone também planeja oficializar sua união com o metalúrgico Cícero Gomes da Silva, com quem vive há 11 anos. Ela, que nunca freqüentou escola, pretende também iniciar um curso supletivo.
A vida de Ivone mudou em 25 de novembro, quando a juíza Iohana Frizzani Exposito, do Fórum de Itatiba, cidade localizada a 84 km de São Paulo, aceitou o pedido de retificação de seu registro civil.
“Ficou comprovado pela prova testemunhal, documental e pericial que a requerente é do sexo feminino, apesar de constar em seu registro de nascimento que é do sexo masculino”, diz a sentença.
Embora a juíza tenha constatado na primeira audiência que Ivone é mulher, o Ministério Público de Itatiba decidiu, por prudência, pedir provas. A doméstica teve de submeter-se a exame clínico no Sistema Único de Saúde (SUS).
O médico constatou que Ivone “possui órgão genital compatível com o sexo feminino, mamas desenvolvidas e cicatriz de parto normal.” A doméstica diz que passar pelo exame foi constrangedor, mas considerou natural. “A gente fica só um pouco nervosa”, afirmou.
Ivonei não conseguiu descobrir como foi que o erro surgiu quando seu pai a registrou no cartório de São João do Meriti, no Rio de Janeiro, há 34 anos. O marido dela, Cícero, supõe que o sogro tenha confundido a palavra ‘feminino’ com ‘masculino’.
“Ele também era analfabeto e pode ser que tenha confundido ou a pessoa do cartório confundiu”, afirmou. Para a advogada Elizabete Peixoto, o funcionário do cartório pode ter errado ao supor tratar-se de um menino a partir do nome sugerido pelo pai.
Ao completar 18 anos, Ivone tentou mudar o registro para retirar a carteira de trabalho e desistiu porque o documento não batia. “Não sabia direito como fazer, não tinha orientação de ninguém”, contou ela.
Há quatro anos em São Paulo, Ivone pediu que familiares retificassem o registro, mas os funcionários exigiram sua presença em São João do Meriti. “Minha sogra mora no Rio e tentou resolver, mas tinha que entrar com ação judicial”, conta Cícero.
Outro choque com a realidade ocorreu quando Cícero tentou oficializar a união dos dois. “A moça disse que no Brasil não existe casamento de homem com homem”, afirmou.
Ivone conta que embora a certidão de nascimento aponte sexo masculino ela não teve problemas para receber atendimento médico em maternidades públicas ao dar à luz os três filhos. O nome da mãe, no entanto, aparece como Ivone na certidão de nascimento dos filhos, que também terão de ser retificadas.
O casal de advogados Luiz e Elizabete Peixoto, que entrou na Justiça para conseguir a mudança de nome e sexo de Ivone (Foto: Roney Domingos/G1)
Evangélicos, Ivone e Cícero freqüentavam a Igreja Cristo Pentecostal no Brasil, que orienta os fiéis a regularizarem sua situação civil. O pastor Pedro Márcio da Silva notava que a família visitava a igreja e depois sumia por algumas semanas. Questionados sobre o motivo do distanciamento, eles contaram o problema.
“Eles quiseram entrar em comunhão, mas para ser membro da igreja tem de ser casado legalmente. Eles não podiam porque não tinham o documento”, disse o presidente da igreja na região de Campinas, Paulo Galvão.
Galvão mobilizou o casal de advogados Luiz Peixoto e Elizabete Gomes dos Santos Peixoto, que entraram na Justiça em 26 de fevereiro de 2008 com o pedido de retificação. Moradora na periferia de Itatiba e sem condições de pagar os honorários, Ivone teve atendimento gratuito. O processo demorou nove meses. “Estou nascendo agora”, disse ela.
Roberto Dinamite não recrimina culto evangélico no estacionamento do vasco
29 de novembro de 2008

Imagem do Estadão
(Fonte:Estadao) Democracia virou palavra de ordem em São Januário desde a posse do presidente Roberto Dinamite, no início de julho. Após tomar conhecimento de que um pastor evangélico havia realizado um culto no estacionamento da sede cruzmaltina, na última quarta-feira, o dirigente não recriminou a oração e foi além ao comentar a nova posição do Vasco após a saída do ex-mandatário Eurico Miranda.
- As pessoas estão desacostumados com algumas situações em São Januário, como o direito de ir e vir. Todos podem se expressar no clube. Em nenhum momento durante o ano alguém perguntou aos jogadores se eles são católicos ou não. Temos de respeitar a fé de cada um - diz o dirigente.
Dinamite lembrou que dentro do clube existe a igreja Nossa Senhora das Vitórias, pouco freqüentada por jogadores do elenco cruzmaltino. Para ele, a presença de um pastor deve ter sido uma situação organizada pelos jogadores.
- Falar para você ou para o Madson que a crença dele não vale nada não é justo. Cada um tem a sua fé, e democracia é isso aí. Se eles foram ali com o aval do Madson é porque são pessoas da confiança dele. Eles fizeram uma oração entre eles. Já aconteceram coisas muito piores ali e ninguém falou nada.
Produtos cristãos estão em expansão
23 de novembro de 2008
A formiga que anda sobre duas pernas é conhecida nacionalmente por difundir a mensagem cristã de forma leve e criativa. O Smilingüido representa a fragilidade humana e divulga valores como honestidade, amizade, perdão e cuidado com o meio ambiente. Criado em 1982 pela desenhista Márcia D’Haese, o personagem se tornou um aliado na divulgação da mensagem, mas também dos produtos religiosos. Hoje já são mais de 150 itens da linha Smilingüido distribuídos pela editora Luz e Vida, entre cartões, marca-páginas, roupas, brinquedos, adesivos, livros etc.
De acordo com dados do IBGE, em 2004, 89,2% dos brasileiros se declaravam cristãos, sendo 73,8% católicos e 15,4% evangélicos. Para atender a esse público, o mercado de produtos religiosos vem crecendo ao longo dos anos. A diversidade também é cada vez maior.
A Bíblia continua o mais tradicional produto religioso para o público cristão. O Pastor Marcos Gladstone, Secretário Regional da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), revela que o país já é o que mais produz o livro sagrado em todo o mundo. Além de alimentar o mercado interno, as gráficas da SBB imprimem a Bíblia em 19 idiomas e exportam para 90 países. E a tendência é de crescimento. Em 2007, foram distribuídas 5.161.811 Bíblias pela SBB, um crescimento de 56% se comparado às 3.308.037 comercializadas em 2002.
‘‘As igrejas estão crescendo. À medida que elas crescem, cresce também o mercado desses produtos religiosos’’, explica o representante da SBB. Para atrair um público cada vez mais diversificado, inovação foi a palavra-chave. Hoje é possível encontrar a Bíblia em áudio, CD-ROM, em diferentes línguas e até adaptadas ao tipo de público, como crianças, mulheres, pastores ou adolescentes. ‘‘A Bíblia se tornou um produto barato e acessível a qualquer pessoa. A partir de R$ 3,25 é possível comprar uma’’, conta o Pastor Marcos Gladstone. Apesar de não haver dados numéricos sobre o mercado religioso no Rio Grande do Norte, a percepção de quem trabalha no ramo é consensual: esse segmento tem crescido. ‘‘É um mercado extremamente crescente. É uma situação nacional que tem reflexo local. Isso já vem há alguns anos e a mídia tem sido o grande impulsionador’’, revela o superintendente da Câmara dos Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Norte, Adelmo Freire.
Para ele, os programas religiosos no rádio e na televisão têm oportunidade de divulgar produtos como livros, CDs e DVDs. ‘‘Quando você tem essa divulgação, naturalmente você fomenta o comércio desse segmento. As lojas vão se fortalecendo’’, disse Adelmo Freire.
Fonte: Diário de Natal
Zé Roberto quer virar pastor quando pendurar as chuteiras
19 de novembro de 2008
Jogador costuma continuar trabalhando no futebol depois que pendura as chuteiras. Alguns viram empresários, outros, técnicos ou dirigentes. Mas o cabeça-de-área Zé Roberto, do Bayern de Munique, optou por algo completamente diferente. Em entrevista publicada pela revista alemã “Sport Bild”, o brasileiro de 34 anos revelou que pretende ser pastor.
- eu me vejo como pastor após terminar a minha carreira. Teria de estudar teologia durante quatro anos, mas é algo que me gradaria - disse.
O futuro, segundo o próprio jogador, “está nas mãos de Deus”. O contrato com o Bayern de Munique terminará no fim desta temporada, mas o brasileiro admite renovar o seu compromisso, se for da vontade dos seus companheiros. E de Deus também.
- Se toda a equipa me pedir e Deus me disser que é o mais correto, não terei outra opção - afirmou.







