Pedreiro é condenado a 20 anos de prisão por morte de menina em igreja de SC
15 de agosto de 2008
O pedreiro Oscar Gonçalves do Rosário, suspeito de violentar e matar uma menina de um ano e meio e deixar o corpo em uma pia batismal de uma igreja em Joinville (SC), foi condenado a 20 anos de prisão em regime fechado em decisão do juiz Renato Roberge, da 1ª Vara Criminal. A sessão de julgamento teve início às 9h de quinta-feira (14) e terminou por volta das 7h desta sexta-feira. Cabe recurso. Rosário não poderá responder ao processo em liberdade.
Rosário foi levado a júri popular acusado de matar e violentar a menina Gabrielli Cristina Eichholz, de um ano e meio de vida. O crime –que ficou conhecido como “caso Gabrielli”– ocorreu na cidade de Joinville (SC) em março de 2007.
A criança foi levada à Igreja Adventista do Sétimo Dia por um casal que morava com os pais dela e seus dois irmãos, de 3 e 7 anos de idade. Durante a celebração, ela ficou em um espaço destinado a crianças, sob os cuidados de três monitoras.
A criança desapareceu e, mais tarde, foi encontrada ainda com vida na pia batismal. Seu corpo tinha sinais de estrangulamento e de violência sexual. A menina chegou a ser levada a um hospital da região, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
O acusado respondeu a processo pelo crime de homicídio qualificado por meio cruel e impossibilidade de defesa da vítima.
De acordo com investigações da Polícia Civil, o suspeito não freqüentava a igreja e, em depoimento, confessou e afirmou que decidiu praticar o crime ao passar pelo local e avistar a criança. Disse ainda que havia consumido bebida alcoólica.







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