A verdade segundo Anthony Garotinho.
Ao contrário do que afirmou o Ministério Público, na tentativa de confundir a ilustre magistrada, que recebeu a ação de improbidade administrativa contra mim e Rosinha, este documento que consta do pedido dos promotores, mostra, que em correspondência de 20/07/2005, enviada ao presidente da FESP (Fundação Escola do Serviço Público), determinei, cumprindo ordem da governadora, a suspensão do contrato não só com o CBDDC, mas de todos os existentes, que estivessem ferindo a lei, conforme mostra o último parágrafo por mim assinado.
A má fé dos promotores no pedido à juíza, foi esconder o último parágrafo e induzi-la a acreditar, que ao mandar cancelar o contrato com o CBDDC, eu estaria abrindo caminho para o contrato com a PRÓ-CEFET, quando na verdade o meu ofício é claro. Mandei cancelar todos.
Agora não resta dúvida, é perseguição política mesmo. Resta saber que interesses estão por trás das ações desses promotores.
Chamo a atenção para a leitura do documento, onde em diversos trechos destaco a necessidade da FESP cumprir a lei, por ordem da governadora Rosinha.


Fonte: Blog do Garotinho
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